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Servidoras participam de roda de conversa sobre o combate à violência

Publicada em 28/11/19 as 11:45h por Radio Fronteira FM 101,7 - 21 visualizações


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 (Foto: assessoria)

O combate à violência contra as mulheres, seja ela física, sexual, psicológica ou moral, foi tema de uma roda de conversa com servidoras públicas de diversas secretarias e autarquias do município na tarde do dia 27/11. O encontro, realizado na sede do CRAM, foi promovido pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Relações com a Comunidade e integrou os 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher, uma campanha mundial desenvolvida pela ONU desde 1991. 

 "As mulheres representam hoje 73% do número de servidores do município e sabemos que a violência permeia todas as raças e classes sociais. Através de uma conversa, elas têm acesso a informações e um melhor entendimento sobre o que é a violência e suas características. Ações como essa possibilitam uma mudança de pensamento, para que essas mulheres conversem com seus parceiros, seus amigos e familiares para uma mudança real de comportamento”, explicou a secretária de Direitos Humanos, Rosa Maria Jerônymo. 

 O encontro reuniu cerca de 50 mulheres e teve como mediadora a servidora da Unila Ana Paula Nunes, que abordou temas históricos, como o papel da mulher na sociedade e o patriarcado até assuntos mais recentes, como a Lei Maria da Penha. “Até 2006 o Brasil não tinha nenhum tipo de proteção para as mulheres. A lei Maria da Penha é a expressão das lutas femininas e uma conquista de todas”, comentou a mediadora. 

 

Dados da violência

As servidoras também tiveram acesso à pesquisas e dados oficiais sobre a violência contra a mulher. De acordo com o mapa da Violência de Gênero, as mulheres são quase 67% das vítimas de agressão física no Brasil. Em 2018, 1,6 milhão de mulheres foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento no Brasil, enquanto 22 milhões (37,1%) de brasileiras passaram por algum tipo de assédio. Dentro de casa, a situação não foi necessariamente melhor. Entre os casos de violência, 42% ocorreram no ambiente doméstico. Após sofrer uma violência, mais da metade das mulheres (52%) não denunciou o agressor ou procurou ajuda. Os dados são de um levantamento do Datafolha feito em fevereiro de 2019 e encomendada pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) para avaliar o impacto da violência contra as mulheres no Brasil.

 A programação dos 16 dias de Ativismo começou no dia 20 de novembro, para reforçar a luta da Consciência Negra e encerra em 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. Dentro do cronograma, 29 ações foram definidas, entre palestras, capacitações, pedaladas, panfletagens, blitz, roda de conversa nos bares, exposições de arte, cine debate, entre outros. A programação completa está disponível no site da Prefeitura, no banner 16 DIAS DE ATIVISMO PELO FIM DA VIOLÊNCIA.

 

Fonte: PMFI




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